Geografias - Júlio Pereira
- Quinze anos depois "Geografias", é o disco do reencontro com o teu bandolim?
Nem mais! Não diria melhor. É mesmo o regresso do instrumentista.
- Que "histórias" nos queres contar com "Geografias"?
As histórias que criei transformam-se naquelas que tu próprio sentires quando estiveres a ouvi-las. Esta é a magia da música instrumental. O discurso não é... directo, idiomático. Tanto quem toca como quem ouve faz o seu próprio "filme".
- Neste disco, o bandolim cruza-se com a guitarra portuguesa e o bouzouki celta. Fala-nos um pouco dessa fusão.
É a primeira vês que estes dois instrumentos - Bandolim e Guitarra Portuguesa - vão juntos com alguma profundidade. Não foi fácil a solução porque qualquer destes é... "refilão"... não gosta de estar... parado! O Irish Bouzouki é um afim. Uma espécie de Bandola. O amigo calmeirão do Bandolim. Toquei com ele três temas neste disco porque me encantou quando o conheci.
- Convidaste para este disco algumas vozes femininas: Sara Tavares, Marisa Pinto e Isabel Dias. A que se ficou a dever estas escolhas?
publicada por Portugal Rebelde, 20/06/2007
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